Adorei o teu post anterior deixou-me e penso que deixará a quem o ler sufocada por ser tão intenso e a morte é sempre um assunto delicado.
Como escreves bem e como te admiro por isso!
Não te digo por ser tua amiga mas porque tens possivelmente os melhores blogs tanto esteticamente como na sua espinha dorsal.
Tal como disse e não brinco gosto do Pessoa e do Chino.
Acho muito bonito este texto e tive a felicidade de falar sobre ele com um fantástico professor de Literatura. Foi o mesmo senhor que me apresentou Fernando Pessoa de uma forma a que impossivelmente eu poderia resistir.
Portanto a nossa discussão de leitores deste texto levou-nos a um ponto em que eu dizia que o que o acompanhava e fazia subir, quem partilhava o chão e o lixo era a sua imagem mas do medo. O medo faz-nos a melhor das companhias principalmente quando estamos abaixo do nível do suportável. Ele acompanha-nos por tnto e tanto tempo que chega a ser quem melhor nos conhece. Disso eu tenho medo!
ainda não tinha tido oportunidade de te dizer do quanto eu acho bonito este teu novo blog.
as fotos do "cabeçalho" estão...quê? perfeitas. no seu abandono. ouve-se a chuva aí dentro.
e o al berto por todo o lado...com a paixão que tem.
...
nan
Vou seguir-te.
Sabes que mais? Sem palavras. Porque Al Berto é assim. Um suster de respiração.
Ah! E ando por aqui a ler-te, como sempre. Isto para dizer: não pares. *
"com ele escorrem também memórias e conversas à luz de velas"
Um bom exemplo de lavagem a uma alma, muito suja.
Que todos os chuveiros sejam suficientes para lavar tudo o que vai cá dentro.
beijo*
Lindo... Fantástico este texto! Poderoso... Quase magoa de tão lúcido e louco, ao mesmo tempo!
"Aninho-me nos azulejos frios"... impressionante!
Parabéns e obrigada pelo prazer que foi ler-te!
Um beijo à sara pela inspiração para a ultima frase.
Chin Chin... vamos ser felizes e vais sair desse lago deixando para trás uma dor que não é tua e não mereces.
"Aqui dentro posso flutuar para sempre"- Knife Party
Eu estou bem, obrigado pela preocupação... serei sempre Anemic and Sweet.
Acho que tens razão, somos deficientes afectivos. *
"Que temos sido nós desde o colégio, desde o exame de Latim? Românticos: isto é, indivíduos inferiores que se governam na vida pelo sentimento, e não pela razão" - Os Maias ...deves ter razão, secalhar não passamos de deficientes afectivos!
Deficientes afectivos e ignorantes, sim porque a ignorancia também se extende ao sentir.
MAis uma vez um belissimo texto.*
A dificuldade que certas pesoas têm em ser felizes e em sobreviverem ( o tal não-viver que se busca)é equivalente estatisticamente À sua capacidade de sentir e de se darem ao que nunca nos merece pois é sempre visto à nossa semelhança.
Não sei se assim é contigo mas não preciso que puxem para fora do lago. O lago é meu, sou do lago e se ele está lá, aqui, é porque assim o quero.
Eu não sei quanto a ti, a ti não te julgo, ao teu texto que tem isto tudo que eu entendo, eu posso julgar. O texto é para mim isto que aqui deixo porque no meu lago, lá do fundo e entre um mergulho de falsa alegria e uma submersão de desistência, eu li-te assim.
Obrigada pelos cenários em que te constróis.
Cada vez mais percebo o porquê de gostar tanto de ti e porque consegues cativar a minha atenção, respeito e admiração.
Gosto do Pessoa e de ti!
"És tão perfeito que assustas"
A mudança só te fez bem... ;)
este blog está muito bom.
do ponto ao final.
como um poema.
exprimes-te assustadoramente bem... foi bom saber que o fim do bqad foi só uma virgula, era uma real perda se tivesse sido um ponto final!
Tenho pena que a amargura se consuma assim e que sejamos sempre obrigados a abdicar de uma coisa por outra.
Não poderia ser assim tudo encadeado?
Não poderíamos andar todos a tentar juntar e chegar a ficção mais perto da realidade!?
Canso-me dos meus cadernos encarnados e os dos outros nunca me chegam às mãos...
Ah! Peço desculpa pela intromissão, passarei a visitante mais regularmente e já agora, "roubei" uma das fotos para colocar no meu ecoponto que hoje precisava da chuva de limpeza que aqui encontrei, Obrigada!
Sou desde já uma fã tua! Adoro tudo o que escreves, já li este blogue praticamente todo e também o teu antigo onde me apaixonei por um texto.
Continua, o excelente despejar de emoçoes e sentimentos.
*
Lol também não é muito dificil leres este blog todo visto só ter 5 posts!
Ena Ena! Tanto Comentario Bonito, a ver se não acuso a pressão.
Bom sentir tudo que teu poema evoca, dá vontade de tocar as estrelas...
Quanta delicadeza, quanta coisa bonita que encontrei por aqui.
Um beijo e uma constelação toda pra ti.
Sabes, a mim ninguém me procura nos meus cadernos de capas coloridas... Ninguém sem ser eu... Às vezes vou à procura de mim entre as folhas mais ou menos velhas onde me escrevi... Às vezes volto a encontrar-me... Outras percebo que já não moro ali! E nessas alturas percebo que nunca saberei quem sou nem quem serei! Talvez perceba, no dia da minha morte, que sou as cores de todas as capas dos cadernos onde me tenho escrito!
Amei o texto! Muito, muito bom!
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Isso tem ar de ser aquele edifício da Foz...
Simples e bonito.
Trabalho num sítio com esta vista portanto para mim será, vou-me arranjar e vou trabalhar...e depois esta imagem!
Todos os dias me lembro e todos os dias me esqueço..
"Our Problems start when we don't die young"
Para quem já viu morrer uma relação de amizade de 6 anos este texto parece ser muito romantizado.
É uma maneira bonita de se pensar no futuro e no fim mas por vezes as coisas acabam sem pequenos regressos ao saudosismo.
já conhecia este texto, via email, e também porque se encontra no blog duma amiga.
todo ele é verdade.
mas...
não é do nosso Fernando Pessoa.
...
nan
Sabes o que é estranho ao leres um amontoado de palavras que são escritas por mãos que nunca viste e pensadas e sentidas por seres que nem conheces e no entanto parece que as paredes de memórias são as mesmas. Que os dicionários mentais são só feitos de sinónimos e que no fundo ao longo dos anos os livros de mesa de cabeceira até coincidiram...isto é estranho.
"Sou tão imperfeito
que me apaixonei pelos meus defeitos."
Habituamo-nos a lidar comnosco e se primeiro se estranha depois entranha-se e no fundo no fundo só nós é que nos conseguimos aturar no meio da solidão.
Gostei do sentimento de estranheza vivido assim na blogosfera. Só tinha sentido isto assim com letras de músicas, com poemas.