Nem canteiros inteiros de rosas vermelhas parecem bonitos se estamos tomados pela saudade!!!
Lindassssssss palavras, blog perfeito...Segui o link do outro q é igualmente lindo... Vonte inesgotável de inspiração...Vou vir sempre dar uma espiadinha...Um ótimo feriado :*
Pena quando as coisas que nos parecem tão belas e especiais se tornem cinzentas com o tempo, afinal não eram assim tão bonitas.
As coisas estragam com o tempo. É assim com tudo. Mas acabam por aparecer outras que substituem essas coisas estragadas. Aí, aumenta o expectro de cor.
A beleza é efemera. E a efémera é um bixo que se apodera da vida e lhe tira a cor.
Uau! Cardeal Cervejeiro a fazer comentários profundos!
Não passará o amor da luz que trazia as sombras para dentro da caverna? Platão terá tentado alertar-nos não só para o perigo das sombras como também para o perigo da luz (supostamente elucidativa?)?
bj
E o sol: girou?
grande SOL!!
E não andamos todos nós bêbados na rua do amor? A trepidação tão caracteristica de quem pisa tal calçada. Dói sempre, eu sei.
Gostei muito da imagem da solidão ter-te deixado a sós com a saudade! É mesmo uma verdade que a solidão implica uma ausência de alguém, assim como a negação d um Deus implica uma prévia crença nele mesmo!
doi ... se doi ... Mas sempre que a ressaca passa ... voltamos sempre a beber mais um copo ... e a história repete se ...
Adorei este e a foto... brilhante.
És tão tudo Chino!
As saudades mais sinceras são as da nossa infância :)
O silêncio que não arde no peito, anestesia sentimental... como te percebo.
Há uma frase da qual já várias vezes me socorri e que diz: Eu olho para uma página vazia e nela vejo reflectido o vazio que há em mim.
lembrei-me...pareceu-me ter que ver com isto!
Achava-me eu na minha loucura em que chamo aos solavancos do meu coração- "janelas números X'S" e que ando sempre a pensar no desconhecido que me vai abrir a porta...e afinal a minha loucura apenas é uma outra forma, uma variante à tua e à de outréns de lidar com a solidão acompanhada que vamos passando chamando-a de vida!
És surpreendentemente (felizmente) inusitado!
Obrigada
Também sofro disso, mas só nos dias cinzentos.
Chove cá dentro
por RC, a 24 de outubro de 2007 às 18:14
Fraca fatalidade esta: não sei de desconhecer profundamente as paixões se me apaixonar superficialmente por desconhecidos.
Voltarei aqui.
com alguma sorte (ou não) todos temos meia dúzia de paixões que chegamos a conhecer...
Gostei particularmente deste post, embora já acompanhe este blog há muito.
Também sou assim, confesso.
Por isso, um post aparentemente tão simples toca-me tão profundamente pela sua total complexidade. Adoro ler-te. Obrigada :O)
É sempre tão difícil comentar os teus textos! Eu, que venho cá todos os dias, perco as palavras quando vou para comentar qualquer coisa. Porque nada lhes falta. E tudo o que dizem está dito... Sinto tanto os teus textos (quase) todos que se torna impossível comentar seja o que for em relação a eles.
Tinha apenas que te dizer que me comovem (quase) até às lágrimas... Que beleza... Tão belos! Sentem-se tanto cá dentro!
Continuarei a vir cá todos os dias como sempre, por muito que não haja palavras que te possa deixar senão esta que deixo: Obrigada!
Há blogues e blogues... passo por eles e raramente deixo a marca da minha presença. Aqui não resisti...que beleza, que sensibilidade! Parabéns!
"Sentado faço a minha higiene emocional, como se depilasse o coração duas vezes por mês." Adorei=) sei k raramente venho aki..mas agr k vim kiz k soubesses! Lov U et tu me manque trop*
Depois de um texto tão lindo e de comentários tão fortes...não direi mais nada...está assim para o "futuro mais que perfeito".
Obrigada
por Su, a 6 de outubro de 2007 às 20:52
não sei como vim cá ter...deve ter sido pela chuva---------
gostei do que li e vi
voltarei
jocas maradas
Olá, gostei imenso do teu blog, apesar de ainda não ter "vasculhado" muito. Gostava de saber se és o autor das fotos que tens por aqui, porque estou à procura de um fotógrafo deste "tipo". Se puderes, contacta-me: reactosfera.blogspot.com beijos
por Gi, a 8 de outubro de 2007 às 19:28
Amor é fogo que arde sem se ver.
Tens uma forma muito peculiar de esmiuçar esta frase. Gostei da tua escrita incendiada.
Ne a chuva o apaga? :)
Um beijinho (só escreves para refilares comigo já viste? :) )
Cada vez que te visito...
fico triste... choro...
me vejo em tuas palavras... sinto como se fosse eu que estive-se em teu lugar... sempre que leio ponho-me no lugar de quem escreve...
estou a me apaixonar cada vez mais por tuas palavras...
sinto uma pontinha de inveja da pessoa pra quem você escreve...deve ser alguem realmente especial... porem se faz alguem como ti escrever coisas tão...depressivas, e tristes...é porque não merece... porem ao menos serve de inspiração...
bem...
nem sei porque resolvi vir aqui... afinal te acompanho a um bom tempo e jamais falei(escrevi) nada...
hoje acordei assim... com pena de mim e vontade de falar com alguem que não me conheça...
Gostei. Gostei das palavras e da transmissão de sentimentos.
Beijinho.