Que mais dizer do que já ficou dito páginas e páginas atrás de nós.
Tocas-me sempre.
Vai. Voa sente e deixa-te desprender. OU não. Agarra-te ao que te dá força e deixa sair apenas o que te fizer bem.
Cria, sente e escreve...são precisos momentos assim (de reencontro de materiais e de confronto comnosco próprios) para percebermos a insignificância que somos, a magnificência que queríamos ser, a humanidade que temos em nós e como se fazemos falta em alguma coisa, será em nós!
Obrigada por mais um belo momento
Vais? para onde? anda comigo para a praia de barriga para o ar e a ouvir aqueles sons que ouves desde sempre nesta posição =D
Hoje e sempre, um grande post.
Belo texto. Esta frase: «Já me chega de naturezas vivas, onde a morte se estende adormecida.» está excelente!
Abraço.
Florescer de amor, no quarto nº 311, à esquerda no corredor do primeiro andar.
Sinto-te.
uau...a minha sexta-feira 13 começou com um dejá-vu! Adorei o texto, tem a tua marca, mas a ideia...a ideia tá fantastica =X
por Gi, a 13 de julho de 2007 às 12:28
Hora bonita esta que aqui deixas.
O quadro ficou bonito aos meus olhos. Penduro-o na minha parede imaginada junto a outros tantos que colecciono.
Um beijinho
Como não tenho momentos deste já há um tempo...agora vivo com as recordações dos que já tive.
Sim, já tive uns quantos destes. Ao lado dele. Com a música, sempre a música, sempre presente. Com Radiohead? Sim "The bends", ou com Jeff Buckley, ou com Ani di Franco, ou com Fionna apple...tantos e tanta música. AS mãos ou os pés mexiam mas era para marcar a música e no meio da harmonia ainda vinha a minha gata, a Lua...miau, pedir mimo. Para o meio de nós...horas de amar e muito amor!
Obrigada pela recordação.
São horas de um novo post :p
[bom fim de semana para ti Chinquinhas não estavas para me despedir beijinho]
Momento doce... :))