Não sei porquê (visto que não te conheço) mas, pelo que escreves, parece-me impossível seres, seja quando for, apenas um "aglomerado de matéria inerte desprovido de emoções e sonhos".
Quem escreve, como tu, estas palavras, com a sensibilidade de quem toca na pele de quem ama, não me parece que poderá, algum dia, ficar desprovido de emoções ou de sonhos... Nem quando dorme, incosciente...
Desprovido daquilo que faz sonhar, daquilo que se espera e desespera...e que um dia, um dia qq, igual a outros virá...
Pronto...lá venho eu encher-te isto de elogios e de incrementos ao "ego do menino".
Em primeiro lugar eu só elogio porque gosto mesmo.
Em segundo lugar, a "tua"rádio tem-me acompanhado nestas minhas noites de insónias...
Em terceiro e último lugar...belíssima descrição, não extremamente dramatizada e nada teatralizada sobre o que é uma noite dessas.
Chego a confundir-me com os lençóis, a virar-me ao contrário, depois dos exercícios de respiração e de meditação se terem mostrado inúteis. Pior é mesmo a sensação de desperdício e para mim sou é um aglomerado de órgãos, sempre a funcionar!
Temos algo em comum...para além do ego que gosta de ser alimentado! ehehe!
Ego é com o Chino mas neste caso nada a apontar deve ser muito bem alimentado no que diz respeito à escrita estás cada vez melhor é o vinho do Porto e tu
Eu acho tão bonito aquilo que tu queres.
Como te compreendo.
bjinho
A espera por um novo post é irritante!